Todos os fins de anoDaqui em diante, investigue uma entrada por vez.
As palavras que esta página usa
- Estimativa do método
- quanto a carteira renderia por ano: dividendos + valorização. Vem de lucro ÷ preço (o que a empresa lucra sobre o que você paga), ponderado pelo peso de cada papel. É estimativa, não promessa — esta página existe para medir quanto ela vale.
- Lucro do ano · Média de 5 anos
- como o método lê o lucro. Com o lucro do ano, uma crise deprime a estimativa justamente quando o preço está barato; a média de cinco anos é a leitura de longo prazo, por cima do ciclo. Compare as duas em 2015. Para FII não se aplica: o método estima só a renda.
- Rendeu
- a taxa anual do patrimônio: cotas ao preço de saída mais os dividendos guardados, sobre o que se pagou. É a mesma régua do CDI. Dividendos e preço aparecem como decomposição e não somam exatamente.
- Mediana · média · faixa
- a mediana é a experiência típica; a média pode ser puxada por um ano fora da curva. A faixa é onde metade dos fins de ano caiu.
- Fins de ano · evidência
- quantas janelas entraram na conta. Fins de ano vizinhos dividem quase todo o prazo, então dez janelas não são dez experiências independentes.
- Tesouro IPCA+
- o título público que paga inflação + uma taxa, contratada para quem o leva ao vencimento (no meio do caminho ele oscila). É a régua de longo prazo: a carteira precisa render mais do que ele para o risco valer a pena.
- pp (pontos)
- diferença entre duas porcentagens: de 4% para 7% são +3 pp.
- Acima da inflação · em dinheiro da entrada
- o número já descontado do IPCA do período.
- Nominal · Nominal líq. · Real líq.
- as três leituras da tabela: como saiu; depois de tirar o imposto; depois de tirar também a inflação. Só no prazo de 1 ano — nos outros, renda e valorização são taxas de naturezas diferentes e não somam o retorno.